Notícias

Pesquisa aponta Brasil como país que mais investe em softwares baseados em BIM

O Brasil se tornou líder no investimento em softwares baseados em Building Information Modeling (BIM) – que permite monitorar um projeto arquitetônico desde o modelo inicial até a sua conclusão, por meio de uma representação digital em 3D. Os dados são do estudo global “Transformação Digital: O Futuro da Construção Conectada”, realizado pela consultoria IDC. Foram ouvidos mais de 800 profissionais de grandes construtoras de 12 países - incluindo as Américas, Ásia e Europa. A pesquisa teve como objetivo avaliar a evolução e os desafios da transformação digital do setor de construção. 

O relatório aponta que, no Brasil, 53% das empresas adotam a tecnologia BIM. Nas categorias Big Data, Inteligência Artificial e modelagem 3D, o Brasil ocupa a última colocação no ranking, sendo o país com menos uso dessas tecnologias. 

O estudo também avalia os cinco "bloqueios digitais" que as organizações de todo o mundo enfrentam em suas jornadas de inovação. O bloqueio mais apontado é a dificuldade de criar um plano único para priorizar os investimentos em tecnologia. Na sequência aparece a ausência de uma arquitetura tecnológica que permita trabalhar com escola. O terceiro bloqueio é o estabelecimento de KPIs e métricas para medir o sucesso digital. A exploração da expertise em tecnologia também é apontada. E, por último, a incorporação de fluxos de trabalho digitais em toda a empresa. Eliminar esses bloqueios para ajudar as empresas a evoluírem em sua jornada é uma vantagem competitiva no mercado quando se tem a digitalização como ponto central.

Para saber quais são os principais desafios da empresa e para ter mais informações, acesse a pesquisa na íntegra.

 

 

Imagem:Iurii Motov/iStock.com

Mai 21 2020

ABEG e ABEF revertem proibição do uso de bate-estacas em Guarulhos (SP)

A proibição do uso do bate-estacas foi finalmente revertida na cidade de Guarulhos, em São Paulo. O engenheiro José Luiz de Paula Eduardo, vice-presidente da ABEG, e a ABEF (Associação Brasileira de Empresas de Engenharia de Fundações e Geotecnia) lideraram as discussões técnicas na Assembleia Legislativa da cidade com o objetivo de regulamentar o uso do equipamento. 

O uso do bate-estacas nas obras civis da cidade foi proibido em 2004 através da Lei nº 6.404/04, que trata do Código de Edificações de Licenciamento Urbano da cidade. O objetivo da proibição era evitar que o uso do equipamento causasse danos aos imóveis no entorno da obra, além de proteger a população contra o barulho que resulta de sua utilização. Entretanto, o bate-estacas é equipamento básico e, muitas vezes, imprescindível nas obras de engenharia. 

Para reverter a proibição, o engenheiro José Luiz de Paula Eduardo, que também é sócio diretor da empresa Apoio, e a ABEF apresentaram aos deputados do município a argumentação técnica que expõe a importância do uso de bate-estacas nas obras de engenharia. A partir das discussões, sugeriram a regulamentação de seu uso. 

As discussões resultaram na Lei nº 7.695/19, que alterou a lei de 2004. A nova norma determina que o uso do bate-estacas deve ser justificado por meio da apresentação de laudo técnico provando a resistência dos imóveis no entorno da obra. Além disso, o uso do equipamento está limitado aos dias úteis e ao período das 9h às 18h.

Leia a íntegra da Lei nº 7.695/19 clicando aqui.

 

Bate-estacas quase foi proibido no Estado

O uso do equipamento também gerou controvérsia a nível estadual. Um projeto de lei de 2015 pretendia proibir o bate-estacas em todo o estado de São Paulo. O principal argumento do projeto de lei também foi o incômodo que o barulho e a vibração emitida pelo equipamento causam à população quando utilizado.

Em trabalho conjunto, ABEG, ABMS (Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica) e ABEF agiram para que o projeto de lei fosse finalmente arquivado. Leia mais aqui.



Imagem: x-reflexnaja/iStock.com

 

Mai 19 2020

José Luiz Saes: comunidade técnica perde um grande nome da engenharia geotécnica e de fundações

O engenheiro José Luiz Saes faleceu no dia 19 de abril. Grande nome da engenharia geotécnica e de fundações, Saes foi um dos fundadores da ABEF – Associação Brasileira de Empresas de Engenharia de Fundações e Geotecnia – e do Sinabef.

Abr 20 2020

Cobramseg 2020 foi adiado. Congresso será realizado em abril de 2021, em Campinas (SP)

Por evitar a disseminação da doença causada pelo novo coronavírus, a organização da 20ª edição do Congresso Brasileiro de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (Cobramseg) decidiu adiar o evento que aconteceria em setembro deste ano.

Abr 07 2020

Ministério da Infraestrutura deve receber ajuda de governadores do Sul e Sudeste no transporte de cargas

Após ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, demonstrar preocupação com o transporte de cargas no Brasil, devido à pandemia do novo coronavírus, os governadores do Sul e do Sudeste se comprometeram a ajudar.

Mar 26 2020

Obras do Estado de São Paulo não precisam suspender atividades durante a epidemia de Covid-19

O setor de construção civil poderá prosseguir normalmente com as atividades no Estado de São Paulo e na capital paulista. Segundo o governador João Doria, tanto as obras quanto as fábricas deverão continuar operando para que não ocorra uma defasagem nas necessidades da população. No entanto, devido à epidemia de Covid-19, os funcionários deverão ser observados e manter os cuidados com a saúde recomendados pelo SindusCon-SP, Sintracon-SP e Seconci-SP e pelo Ministério da Saúde.

Saiba mais informações sobre a decisão do governador, no site do SindusCon-SP.


Imagem: Smileus/iStock.com

 

Mar 25 2020

SINAPI: revisados os valores de referência dos serviços de engenharia geotécnica. Consulte as novas tabelas

A pedido da Caixa Econômica Federal, a ABEF (Associação Brasileira de Empresas de Engenharia de Fundações e Geotecnia) fez parte do grupo de estudos que atualizou o Sistema Nacional de Preços e Índices da Construção Civil – SINAPI. O Sistema é composto por tabelas que servem como referência para o cálculo de custos de obras financiadas pelo Governo Federal. Parceira da ABEG, a ABEF contribuiu com a atualização dos aspectos relativos aos custos dos serviços de engenharia de fundações e geotecnia. 

“A metodologia adotada baseou-se no levantamento dos custos diretos reais estimados acrescidos dos custos indiretos, inclusive lucro previsto, tomando por base os produtos que compõem o Manual de Execução de Fundações da ABEF”, diz o comunicado divulgado pela entidade.

Os custos diretos são os relativos a materiais aplicados, mão de obra, despesas com máquinas, equipamentos, ferramentas utilizadas etc. Já os custos indiretos dizem respeito às despesas administrativas, tributos, seguros, taxa BDI – Benefícios e Despesas Indiretas, que influenciam “na composição de um preço de venda adequado”.

As tabelas atualizadas foram disponibilizadas pela ABEF em seu site. Clique aqui para acessar.

Para saber mais detalhes sobre os aspectos que passaram por atualização, leia aqui a matéria divulgada pela ABEF.

 

Imagem: anyaberkut/iStock.com

 

Mar 17 2020

CBIC faz análise do desempenho da construção civil em 2019 e seu impacto no PIB

A economista do Banco de Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos, analisou o Produto Interno Bruto de 2019. A economista destacou oito pontos sobre o crescimento da construção civil e seu impacto no PIB, que fechou o ano com crescimento de 1,1%, totalizando R$ 7,257 trilhões. 

Entre os pontos destacados está o desempenho do mercado imobiliário, a taxa de investimentos no país e os altos e baixos da construção durante o ano.

Veja a matéria completa na íntegra no site do CBIC.

 

Imagem: Ong-ad Nuseewor/iStock.com

Mar 06 2020

PIB da construção pode crescer 3% em 2020, afirma SindusCon-SP

O aumento de vagas de emprego em projetos e preparação de terrenos em 2019, a expansão de obras contratadas e a expectativa dos empresários em relação ao desempenho das construtoras nos próximos meses contribuíram para a perspectiva positiva de crescimento na área da construção no Brasil. Especialistas da engenharia nacional se reuniram no Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) para debater sobre o possível crescimento de 3% do PIB da construção.

Segundo a coordenadora de Projetos da Construção da FGV/Ibre, Ana Maria Castelo, o ritmo do crescimento possivelmente irá aumentar no setor de edificações residenciais, impulsionando a área de serviços especializados. Por outro lado, ressalta que a alta na construção poderá diminuir em caso de recessão econômica, regredindo a demanda das famílias. Outro ponto levantado por Castelo é o surto de coronavírus no país que, se assumir caráter epidêmico, poderá paralisar os canteiros de obras. Os problemas envolvendo o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) também preocupam, pois podem provocar déficit no setor. 

Para saber mais, acesse a matéria completa no site do SindusCon-SP.

 

Imagem: Bet_Noire/iStock.com

Mar 06 2020

Aprovada a nova versão da NR 18, norma sobre segurança no trabalho na construção civil

Foi aprovada, no dia 10 de fevereiro de 2020, a nova versão da Norma Regulamentadora nº 18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil. A Norma estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização. Tais diretrizes têm como objetivo implantar sistemas preventivos e medidas de controle de segurança tanto nos processos quanto nas condições e no meio ambiente de trabalho da indústria da construção. A nova versão da NR 18 entrará em vigor em um ano a partir da sua data de publicação.

De acordo com o engenheiro Danilo França, da Interact (associada à ABEG), a nova redação normatiza vários aspectos de segurança e organização das obras na construção civil. “Entre as principais mudanças está a gestão da segurança”, diz ele. “A norma exige agora a identificação de perigos e a avaliação de riscos. Outro destaque é a valorização dos profissionais legalmente habilitados para projetar soluções técnicas.”

As entidades que participaram da revisão da NR 18 disponibilizaram um livreto que detalha as modificações. Na publicação, é citado que a NR 18 “agora dispõe de um texto mais enxuto, desburocratizado, com regrais mais claras e objetivas” e que o texto está “harmonizado com as demais normas regulamentadoras e técnicas”. Acesse aqui o livreto. 

Participaram da revisão da NR 18 a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional) e a Fundação Jorge Duprat e Figueiredo (Fundacentro). Clique aqui para ler a íntegra da Portaria Nº 3.733, de 10 de fevereiro de 2020.

Evento irá abordar as principais mudanças da NR 18

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon São Paulo) e o Serviço Social da Construção de São Paulo (Seconci-SP) irão realizar no dia 19/3, às 14h, um workshop em que serão comentadas as principais mudanças e novidades da nova redação da NR 18. O evento “Workshop Técnico: A Nova NR-18: Principais Alterações e Sua Implantação nos Canteiros de Obras” terá a participação do auditor fiscal da Secretaria Regional do Trabalho do Ministério da Economia, Antonio Pereira.

 Acesse aqui para saber mais. 




Imagem: Avosb/iStock.com

Fev 27 2020