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Vice-presidente da ABEG, José Luiz de Paula Eduardo é convidado para live no dia 9/6, às 18h

O vice-presidente da ABEG e diretor da Apoio, José Luiz de Paula Eduardo, será o palestrante da próxima live realizada pelo Núcleo São Paulo da ABMS (Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica). Neste dia, José Luiz irá abordar o tema Projeto de fundação de um edifício residencial sobre a Linha 4 do Metrô de São Paulo”. O encontro acontecerá no dia 9/6, às 18h, ao vivo no Canal ABMS – acesse aqui.

  

Vencedor do Prêmio ABEG Sigmundo Golombek

 O tema da palestra faz referência ao projeto vencedor da segunda edição do Prêmio ABEG Sigmundo Golombek, conquistado pela Apoio (leia aqui a reportagem completa). A apresentação tem como objetivo compartilhar com a comunidade técnica as experiências da Apoio com esse projeto desafiador.

 José Luiz de Paula Eduardo é formado em engenharia civil pela Universidade Mackenzie e é professor do curso de Pós-Graduação no Instituto Mauá. Além do Prêmio ABEG Sigmundo Golombek, José Luiz de Paula Eduardo também foi ganhador do Prêmio ABEF 2019 na categoria Personalidade Destaque.

(Imagem: Weedezign/iStock.com)

 

Jun 04 2021

Gebase vem crescendo mesmo durante a pandemia

A Gebase é uma consultoria especializada em projetar fundações e contenções, terraplanagem e drenagem. Ela também analisa projetos de fundações desenvolvidos por outros profissionais. Fundada em 2006 e com sede em Campinas (SP), a empresa atende o mercado imobiliário, projetando também para obras industriais, galpões e condomínios em várias regiões do país. 

O início da empresa está diretamente vinculado à trajetória do engenheiro Gentil Miranda Jr., fundador e diretor da Gebase. Ele trabalhou antes na Consultrix e na Apoio, empresas pioneiras nesse segmento, ganhando experiência profissional. Em 1995, ele deixa São Paulo e muda-se para Campinas, onde mais tarde forma parceria com o engenheiro Valter Frederico. “Fiquei em Campinas ajudando a desenvolver o mercado de consultoria de fundações, porque aqui não havia esse tipo de profissional”, conta Gentil Miranda. “Até que, em 2006, abri a Gebase”.

Segundo o engenheiro, o diferencial da Gebase é dar atenção especial a todas as necessidades do cliente. Além de buscar ser ágil quanto ao prazo indicado pelo cliente e às necessidades durante a execução da obra, a consultoria estuda diversas opções de projeto com o objetivo de oferecer o melhor custo-benefício possível. 

Em mais de 15 anos de atuação, a empresa já realizou milhares de projetos. De acordo com Gentil Miranda, uma das obras mais marcantes realizadas pela Gebase foi o projeto “Minha Casa, Minha Vida” em Indaiatuba (SP), uma obra com oito condomínios e mais de 130 blocos.  O projeto tinha desafios de cunho econômico e, para contornar a situação, a empresa conseguiu uma otimização dos custos das fundações por meio de provas de carga estáticas realizadas antes da elaboração do projeto executivo em cada condomínio e acompanhamento de cada fase da execução. “O resultado foi muito bem resolvido tecnicamente, economicamente e de forma segura”, declara.

 

 Mercado na pandemia

Durante a pandemia, Gentil afirma que houve um crescimento do trabalho e dos projetos da Gebase. Fatores macroeconômicos ajudaram esse setor durante os dois últimos anos. “A taxa de juros permaneceu baixa e houve um aumento na oferta de crédito imobiliário”, lembra. Além disso, o setor foi considerado serviço essencial durante a pandemia, o que foi fundamental para a realização das obras.

Em relação às perspectivas econômicas para o futuro das empresas do ramo, Gentil vê o mercado com otimismo. As propostas de trabalho aumentaram em comparação aos últimos anos e ele acredita que a estabilidade da economia ao longo desse período tem contribuído com essa perspectiva de crescimento.

 

  Valorização das empresas de projetos

Gentil lembra que os projetos de fundações e contenções são fundamentais para os empreendimentos. “Quando as pessoas avistam um prédio, costumam olhar apenas a parte externa, o que fica acima do solo, e não dão importância para o que está escondido, as fundações”, pontua. “E são as fundações que garantem a solidez de todo o empreendimento”, explica o diretor. 

Apesar dos desafios existentes, ele percebe que houve um movimento de valorização dos serviços oferecidos por empresas como a Gebase. “A ABEG tem, nesse sentido, um papel importante pelo fato de aproximar empresas que, sem isso, estariam isoladas”, relata o empresário. “É fundamental que possamos desenvolver um companheirismo sadio para que nossos serviços sejam valorizados e devidamente pagos”, declara.

Ele relembra ainda que os custos desse setor são expressivos, os engenheiros são especializados em geotecnia não são comuns no mercado e há um trabalho de anos para formar esses profissionais. Por isso, na avaliação dele, é importante lutar para manter os preços justos para o setor e fazer um trabalho de acordo com o que recomenda a boa engenharia e de acordo com a demanda dos clientes por qualidade e segurança.

 

Jun 04 2021

Dýnamis investe na capacitação de novos empresários para área geotécnica

A Dýnamis Engenharia Geotécnica, associada à ABEG, possui um perfil diferente das empresas de projetos geotécnicos e consultoria. Além de prestar serviços para obras de terra, tais como investigação geológico-geotécnica, sondagens nas suas diversas modalidades, amostragem de solos, ensaios de campo e laboratório, consultoria e elaboração de projetos de fundação, a Dýnamis tem outro importante foco: o de capacitar profissionais e formar novos empreendedores na área geotécnica.

Segundo o engenheiro Mauro Lozano, fundador e responsável técnico da empresa, o objetivo da Academia Dýnamis é compartilhar o conhecimento técnico acumulado em 43 anos de atividade e, através dos cursos online da Academia Dýnamis, criar “novos concorrentes”, conforme afirma Lozano. 

 

Cursos para novos empreendedores

Além dos anos prestando consultoria geotécnica, Lozano também tem experiência acadêmica. Enquanto atuava no mercado, foi professor na Universidade Presbiteriana Mackenzie por duas décadas. 

Em 1988 fundou a Dýnamis e trouxe para a empresa sua experiência como professor, somada à sua vivência no mercado de consultoria geotécnica, que são aplicadas agora para capacitar novos empreendedores. “Sempre foi uma paixão ensinar a outros”, declara Lozano. “Agora quero ensiná-los a serem empreendedores geotécnicos”.

Os cursos da Academia Dýnamis são embasados em um conceito chamado de Conhecimento Trino. Segundo Lozano, o Conhecimento Trino une o conhecimento da academia e seus aspectos teóricos, a vivência de mercado e as experiências práticas, e a intuição e o bom senso – sendo estes últimos os aspectos mais importantes.

“Esse conceito foi inspirado na Santíssima Trindade”, explica o consultor. “A ideia, com esses cursos, é ajudar novos empresários a criarem outras ‘Dýnamis’ pelo país”.

 

Valorização dos serviços geotécnicos

Lozano afirma que preservar a qualidade dos serviços de engenharia por meio da capacitação profissional e do fomento de novas empresas, é também uma forma de valorizar as empresas que já atuam nesse mercado.

“A geotecnia é jovem no Brasil, ou seja, tem apenas 60 ou 70 anos”, declara. “As próprias escolas de engenharia civil não acompanharam bem essa novidade, não entenderam a importância de ensinar que sem uma fundação bem projetada, sem obras de terra ou de contenção adequadas, nada do que será construído no empreendimento vai funcionar bem”. 

Na Academia Dýnamis, o engenheiro Mauro Lozano propaga a importância de as empresas estabelecerem um ciclo de qualidade na prestação de serviços geotécnicos. Ele conta que a própria empresa oferece aos contratantes um pacote completo de serviços geotécnicos para garantir a qualidade e a segurança da obra. 

“Qualquer obra de engenharia civil, seja pequena, média ou grande, precisa da geotecnia em várias etapas, mas essa linha de produção não é algo que a indústria da construção compreende”, comenta. “O resultado disso é a decadência na contratação dos serviços geotécnicos, que só são procurados pelo preço”. 

A fundação da ABEG em 1997, da qual o engenheiro Mauro Lozano também participou, veio para tentar superar esses desafios. “E agora a ABEG vem fazendo muito bem em lançar essa campanha para mudar a cultura de desvalorização do trabalho geotécnico”, afirma.

Mai 26 2021

VII Encontro de Construtores e Incorporadores acontece no dia 29/6, às 16h

O VII Encontro de Construtores e Incorporadores, organizado pelo Secovi-SP, acontece no dia 29/06, às 16h, por meio da vice-presidência de Tecnologia e Sustentabilidade.

Mai 21 2021

Em atividade há 68 anos, Consultrix é pioneira em projetos e direção técnica de fundações e contenções

A Consultrix foi a primeira empresa independente de projetos de fundações e consultoria em engenharia geotécnica do Brasil. Fundada em 1953 pelo engenheiro Sigmundo Golombek, um dos expoentes da geotecnia nacional, a Consultrix é hoje liderada pelo engenheiro Milton Golombek, filho do fundador.

Ao longo dessas quase sete décadas, a empresa mantém vivo o legado deixado por Sigmundo Golombek, especialmente o compromisso com a qualidade e o rigor técnico, o aprimoramento constante das práticas e a aplicação das soluções que sejam as mais adequadas para cada projeto, seja qual for o seu porte. 

Com escritórios em São Paulo e no Rio de Janeiro, a Consultrix acumula mais de 12 mil obras de fundações projetadas em todo o território brasileiro. Durante sua história, introduziu no país várias técnicas hoje consagradas na engenharia de fundações, como o uso da parede diafragma com elementos pré-moldados em obras prediais, a utilização de fundações provisórias, a execução invertida de subsolos e o uso de estacas-raiz.

Em 2017, a Consultrix venceu a primeira edição do Prêmio ABEG Sigmundo Golombek. O projeto “Grande Ufficiale Evaristo Comolatti” foi considerado o melhor projeto de fundações e contenções realizado entre 2015 e 2017. A entrega do Prêmio foi realizada em março de 2018. Leia mais aqui.

 

Mercado na pandemia

A pandemia de covid-19 não foi impedimento para que a Consultrix desse continuidade ao trabalho. Na verdade, o mercado da construção civil permaneceu aquecido durante o período uma vez que a construção civil foi considerada atividade essencial, o que foi naturalmente foi muito bem recebida pelas empresas da área.

Para Milton Golombek, que também é presidente da ABEG, o fato deu “uma injeção de ânimo” no mercado da construção civil, que vinha se recuperando a passos lentos de anos consecutivos de baixo crescimento. 

“A construção civil é um dos setores que mais empregam no Brasil”, afirma Golombek. “A continuidade das atividades durante a pandemia segurou milhares de empregos e garantiu a estabilidade de muitas empresas”.  

Além disso, Golombek ressalta que o próprio isolamento social foi um fator que aqueceu as atividades. “A quarentena impulsionou a venda de imóveis especialmente fora das capitais”, diz. “Isto porque as pessoas começaram a perceber que poderiam trabalhar de forma remota morando fora das grandes cidades”. 

O aumento de obras imobiliárias, com destaque para os projetos de assistência como o “Minha Casa Minha Vida”, também merece menção nesse contexto. “É uma área da construção civil que não tem como parar porque é de interesse social”.

O mesmo não pode ser dito em relação às áreas de infraestrutura. “Acredito que quem depende de projetos de infraestrutura ainda vai sofrer por muito tempo”, lamenta.

 

Luta pela valorização dos serviços

Golombek conta que a luta pela valorização dos profissionais e das empresas que projetam fundações e oferecem consultoria geotécnica começou com Sigmundo Golombek, seu pai, logo que a Consultrix foi criada. “É uma briga que tem quase 70 anos”, enfatiza o diretor.

Para ele, problema é a falta de reconhecimento dessa importância. “Os serviços de engenharia no geral, não só o de projeto de fundações, são vistos simplesmente como custo e não como investimento na segurança do empreendimento, na qualidade da obra que vai ser construída”, diz. “Somado a isso, temos uma ‘cultura da pechincha’ que também prejudica esses serviços”. 

É um tratamento diferente daquele que é dado aos projetos como o de design de interiores e paisagismo, que ficam “à mostra” na obra. “Hoje, a soma de todo o ‘custo’ dos projetos de arquitetura, hidráulica, elétrica, fundações e outros, não dá 3% do valor de venda do empreendimento”, declara Golombek.

Milton destaca que o trabalho de valorização dessas empresas e profissionais segue ativo em sua gestão, através de campanhas de comunicação e marketing. “As empresas mais atentas e comprometidas com os seus clientes buscam contratar as empresas da ABEG justamente porque oferecemos qualidade superior e preços justos”.

Outro exemplo, apontado por ele, é o trabalho de expor nas redes sociais e site da ABEG o trabalho de cada empresa associada. “Queremos ajudar todos as nossas associadas a tornarem-se conhecidas dos clientes potenciais e do público em geral”.

Abr 30 2021

Atenção e rigor no acompanhamento das obras são diferenciais da BER-FAC

A BER-FAC Consultoria de Solos e Fundações, associada à ABEG, é especializada em projetos de fundações e realiza um acompanhamento técnico rigoroso das obras de fundações e taludes que projeta. Este é um diferencial da empresa. Com mais de 40 anos de atividades, a BER-FAC projetou obras em vários estados do Brasil. Hoje, sua atividade está mais concentrada no interior de São Paulo, região onde atua com mais força.

Abr 16 2021

Apoio comemora 44 anos de fundação com mais de 19 mil obras projetadas pelo Brasil

A Apoio Assessoria e Projeto de Fundação, associada à ABEG, foi uma das primeiras empresas de projeto de fundações e consultoria em engenharia geotécnica fundadas no país. Em outubro de 2021, a Apoio completará 44 anos de fundação com mais de 19 mil obras projetadas pelo país em seu portfólio. E segue trabalhando em bom ritmo, apesar da pandemia. 

Abr 07 2021

Luciano Décourt apresenta palestra sobre fundações em solos lateríticos no dia 14/4, às 17h

Com o apoio da ABEG, o Portal da Geotecnia receberá o engenheiro Luciano Décourt para apresentar a palestra “Fundações em Solos Lateríticos – Novas considerações”. O secretário-geral da ABEG, Antônio Sérgio Damasco Penna, também participará do evento. O encontro está marcado para o dia 14/4, às 17h, e será transmitido ao vivo no canal do Portal da Geotecnia no YouTube.

Luciano Décourt é engenheiro civil pela Poli-USP e pós-graduado pela Poli-USP e pela Universidade de Harvard (EUA). Ele é o autor do trabalho que, há mais 20 anos, definiu o estado da arte do ensaio SPT (Standard Penetration Test) e que é parâmetro para o dimensionamento de fundações.

Após a palestra, serão discutidos os ensaios complementares com a participação de José Maria de Camargo Barros, Otávio Coaracy Brasil Gandolfo e Antônio Sérgio Damasco Penna, que abordarão a execução e a interpretação dos ensaios complementares: correlação Go e NSP, Cross Hole e dilatômetro sísmico de Marchetti (SDMT).

O evento também conta com o apoio do Núcleo Regional São Paulo da ABMS, da ABEF e da ABGE.

Assista através do link: https://youtu.be/3OTzN_uDCHU.

(Imagem: Ridofranz/iStock.com)

Abr 05 2021

APPOGEO investe em estudos de viabilidade de negócios para se destacar no mercado

A APPOGEO, associada à ABEG, tem como especialidade a prestação de serviços de consultoria geotécnica e de projetos de fundações, contenções e terraplenagem para diferentes setores – indústria, varejo, imobiliário, programas de habitação popular etc. em âmbito nacional. A empresa já atendeu empresas em mais de 20 estados brasileiros. Nos últimos anos, destacou-se também em razão de um serviço cada vez mais demandado por seus clientes: a análise de viabilidade dos negócios.

Mar 26 2021

FC Projetos vê demanda por projetos crescer mesmo durante a pandemia. Assista ao vídeo

A pandemia de covid-19 que se instaurou em março de 2020 preocupou todos os setores da economia. Considerada atividade essencial logo no início da pandemia, a construção civil amargou mesmo assim queda de 7% no ano passado, como revelaram os dados do PIB, divulgados em 3/3. No entanto, essa queda não foi igual para todas as regiões do país e não afetou igualmente todos os setores. A queda foi puxada pelo setor de infraestrutura, que não recebeu novos investimentos.

No entanto, muitas obras, especialmente no setor imobiliário, seguiram em bom ritmo. Segundo o IBGE, as chamadas “atividades imobiliárias” registraram crescimento de 3,5% em 2020. A FC Projetos e Consultoria de Fundações, associada à ABEG, foi uma das empresas que se adaptaram bem ao novo cenário. E não apenas deu continuidade aos trabalhos em andamento, como viu acelerar as demandas por projetos.

Fundada em 2016, a FC Projetos é dirigida por Alexandre Carbone e Luciano Finelli, ambos engenheiros. Atendendo principalmente construtoras, incorporadoras e escritórios de arquitetura, a empresa presta serviços para obras residenciais e comerciais por todo o país e realiza projetos de fundações, contenções, terraplenagem e outros serviços complementares, como projetos de drenagem, de pavimentação, pareceres técnicos e avaliações técnicas de projetos geotécnicos conforme previsto pela Norma Brasileira de Fundações NBR6122.

Em entrevista concedida à ABEG, os diretores da FC Projetos contam como têm enfrentado o período da pandemia. E comentam sobre a necessidade de valorização das empresas de projetos e de consultoria de fundações.

Trabalho durante a pandemia

Para Finelli, os primeiros meses de quarentena foram preocupantes em razão das incertezas que o momento trazia. “Mas, tão logo a construção civil foi decretada como atividade essencial, vimos que as obras não iam parar”, conta o diretor. “Não apenas o trabalho teve sequência como novos projetos começaram a surgir. Tivemos até que aumentar a equipe para dar conta da demanda. Apesar de tudo, 2020 foi um ano bom para a FC Projetos”.

Os diretores contam que, assim que a pandemia se instaurou, a FC Projetos já estava preparada para migrar o trabalho para o “home office”. Toda a equipe de projetistas já trabalhava com arquivos “em nuvem”, ou seja, hospedados em plataformas online. A equipe também carregava consigo backups de todos os trabalhos.

O atendimento em obras permanece sendo feito de forma presencial – com a adoção de todos os cuidados necessários para garantir a segurança dos profissionais.

“A pandemia nos ensinou a trabalhar de um jeito um pouco diferente, mas não houve nenhum impacto na produção nem na qualidade do trabalho prestado”, garante Carbone.

 

Nem sempre o projeto é valorizado como deveria

Finelli conta que há uma cultura antiga e persistente de desvalorização do projeto de fundações e de contenções. “Muitas construtoras investem muito mais nos serviços de estética, naquilo que vai ficar aparente na obra”, diz o diretor. “Como o nosso trabalho fica ‘enterrado’, há uma dificuldade entre as contratantes de entenderem os valores cobrados pelo projeto de fundações”. (Foto: FC Projetos/Divulgação)

De acordo com os diretores, esses serviços precisam ser bem remunerados de forma justa por dois motivos. O primeiro é que o projeto de fundações e de contenções garante a integridade e a segurança do empreendimento. Não pode, por conta disso, ser contratado considerando apenas o preço.

O segundo motivo é que o valor pago por esses projetos também retorna à empresa como investimento. “Procuramos valorizar o nosso trabalho para que também possamos aprimorar os serviços que oferecemos, investindo no conhecimento técnico da nossa equipe e na aquisição de softwares importantes para a nossa especialidade, por exemplo”, conta Carbone.

“A FC Projetos, inclusive, segue as recomendações da ABEG na hora de precificar os honorários”, revela o diretor. “E compartilhamentos integralmente com a ideia de que é necessária uma maior valorização da nossa área”.


Diferenciais da FC Projetos

Um grande diferencial da empresa, de acordo com os diretores, é a capacidade de prestar um atendimento rápido e eficiente de acordo com o perfil de cada contratante. “A empresa busca ser flexível para atender às necessidades e às exigências de cada cliente, tanto durante a consultoria como na definição das soluções”, declara Carbone.

Ele acredita que um bom projetista precisa apresentar uma gama maior de soluções para que o cliente possa definir qual delas é a melhor para a sua obra. “É comum indicarmos mais de uma solução técnica possível para cada demanda, considerando a complexidade e também outros aspectos, como a oferta de executores, os prazos indicados pelo cliente, dentre outros”, afirma.

Outro grande diferencial da empresa é a modelagem em 3D dos seus projetos. Em função da necessidade e exigência de alguns clientes, os diretores investiram em cursos e tecnologia, para deixar a sua equipe de projetos preparada para estes trabalhos.

 

Os diretores

Alexandre Carbone é engenheiro civil há 25 anos. Teve seu primeiro contato com a geotecnia durante as obras de duplicação da Rodovia dos Imigrantes, quando executou as fundações dos viadutos. A partir disso, passou a atuar cada vez mais na área geotécnica. Começou a projetar e a prestar consultoria de fundações por vários anos até que, em 2016, fundou a FC Projetos com o engenheiro Luciano Finelli. Carbone também é professor no curso de Engenharia Civil da UNIP, onde dá aulas sobre mecânica dos solos, fundações profundas, obras de terra, pontes e grandes estruturas.

Luciano Finelli, engenheiro civil há 26 anos, teve contato com a geotecnia durante a graduação em engenharia civil, época em que foi estagiário em outras empresas especialistas em projetos geotécnicos e ensaios laboratoriais. Ao se graduar, foi convidado a trabalhar na empresa de seu professor de fundações. E lá atuou por quase 20 anos, antes de fundar a FC Projetos ao lado de Carbone.

 

(Imagem: flukyfluky/iStock.com)

Mar 24 2021